Profissionais dos CRAS participam de capacitação sobre o BPC na Escola

O programa BPC na Escola, referente ao acompanhamento de recebedores do Benefício de Prestação Continuada, realizou uma capacitação voltada aos profissionais dos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS). O evento aconteceu no laboratório de informática da Faculdade Maurício de Nassau, devido ao suporte digital necessário para uso da plataforma.

A oficina partiu de um planejamento conjunto, da Gerência do Sistema Único de Assistência Social (GSUAS) e da Gerência de Proteção Social Básica (GPSB) da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Públicas (SEMCASPI). As introduções foram realizadas por Iris Neiva e Kelma Modestina, assistentes sociais e parte da equipe do GSUAS. O assistente social do CRAS Sudeste III, Danyllo Cavalcante ficou responsável por ministrar a capacitação.

“A oficina teve o objetivo de capacitar os trabalhadores do SUAS lotados nos CRAS —assistentes sociais e psicológos — a acessarem o sistema referente ao programa BPC na Escola, cujo objetivo é garantir o acesso e a permanência de crianças e adolescentes até a idade de 18 anos na escola. Para isso, temos que identificar quem são esses beneficiários do BPC que não estão inseridas na escola. Assim, realizamos uma ação articulada com as demais políticas públicas, como por exemplo a saúde, a educação e os direitos humanos. Inicialmente é feito um questionário, quando se identifica essas famílias, e depois os técnicos nos CRAS vão até elas, averiguar quais são os fatores impeditivos não somente ao acesso, mas também à frequência,” explica Iris Neiva, responsável pela introdução, no turno da manhã.

 

Sobre o BPC

O benefício, que é de um salário-mínimo, é destinado aos idosos a partir dos 65 anos e pessoas com deficiência que possuem renda mensal familiar inferior a ¼ do salário. Para contemplação, é necessário inscrição no sistema do Cadúnico. Os familiares dos idosos ou pessoas com deficiência podem se dirigir aos 19 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) do município para realizar sua inscrição ou obter informações sobre a documentação necessária.

A documentação exigida para realização do cadastramento são: Responsável Familiar: CPF (obrigatório) ou Título de Eleitor e Comprovante de endereço. Já os demais membros adultos a partir de 18 anos (pelo menos um destes documentos): CPF (obrigatório); RG; Título de Eleitor e Carteira de Trabalho. Já para os menores de 18 anos, os documentos são: CPF (obrigatório); Certidão de Nascimento; Declaração de matrícula da escola (obrigatório apenas a partir de 06 anos); Caso o idoso ou a pessoa com deficiência tenha Representante Legal (Procurador, Curador ou Tutor), este deve apresentar o documento original com cópia para que seja anexado junto ao formulário do Cadastro Único.

Prazo para regularização de dados escolares do Bolsa Família vai até esta quinta (25)

De acordo com dados divulgados pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), 884 famílias de crianças e jovens beneficiários do programa Bolsa Família que estão em idade escolar – entre 6 e 17 anos -, devem regularizar os dados escolares no CadÚnico até quinta-feira, 25 de abril. Os estudantes que não atualizarem a situação escolar ficam invisíveis para o sistema, o que pode acarretar a perda do benefício.

Alunos que foram transferidos entre escolas, mudaram de endereço, mudaram de unidade básica de saúde ou passaram por alguma alteração de cotidiano devem buscar o Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) mais próximo e solicitar atualização dos registros. O recebimento do Bolsa Família se mantém pela comprovação da frequência do estudante na instituição educacional em que o CadÚnico o registra como matriculado.

“Aqueles que recebem o Bolsa Família, e eventualmente passou por uma mudança e não atualizou os dados no CRAS; retorne à unidade mais próxima da sua casa e faça a atualização. São quase 900 famílias, e reforçamos a importância da atualização do Cadastro Único”, orienta o secretário da Semcaspi, Samuel Silveira.

O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (Cadastro Único) é um instrumento que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda, permitindo que o governo conheça melhor a realidade socioeconômica dessa população. Nele são registradas informações como: características da residência, identificação de cada pessoa, escolaridade, situação de trabalho e renda, entre outras.

 

 

 

 

Acessuas Trabalho: Cras Leste I recebe palestra sobre empreendedorismo

O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Leste I, localizado no bairro Pedra Mole, recebeu nesta terça-feira (16), palestra sobre empreendedorismo ministrada pelo Gerente do Banco Popular, Michel Sena. A ação faz parte das oficinas oferecidas pelo programa Acessuas Trabalho, lançado pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas em fevereiro desse ano, em parceria com a Secretaria Municipal de Economia Solidária e Trabalho (SEMEST).

O Acessuas Trabalho consiste em um conjunto de ações de articulação de políticas públicas e de mobilização, encaminhamento e acompanhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social para acesso a oportunidades de trabalho e emprego. As ações do programa consistem em qualificação técnico-profissional, intermediação de mão-de-obra, apoio a microempreendedores, articulação com comerciantes e empresários locais para oportunidades, bem como o acesso aos direitos sociais e ao trabalho.

Para ter o acesso ao programa, o usuário deverá ter idade entre 14 a 59 anos. O Acessuas Trabalho tem como público prioritário beneficiários do Programa Bolsa Família, pessoas inscritas no Cadastro Único, pessoas com deficiência, jovens egressos do serviço de fortalecimento de vínculos, adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas e pessoas em situação de rua.

Interessados devem procurar o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) mais próximo portando os seguintes documentos: número de identificação social (NIS), identidade (RG), cadastro de pessoa física (CPF), título de eleitor, carteira de trabalho, reservista (sexo masculino) e comprovante de residência.

 

Quase 900 famílias devem regularizar dados escolares para não perder o Bolsa Família

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) divulgou nesta segunda-feira (15) os dados dos acompanhamento da condicionalidade da educação, no Bolsa Família. Segundo o órgão, 884 famílias de crianças e jovens beneficiários do programa que estão em idade escolar – entre 6 e 17 anos -, devem regularizar os dados escolares no CadÚnico até o dia 25 de abril.

Estudantes que foram transferidos entre escolas, mudaram de endereço, mudaram de unidade básica de saúde ou passaram por alguma alteração de cotidiano devem buscar o Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) mais próximo e solicitar atualização dos registros, para evitar a suspensão benefício.

O recebimento do Bolsa Família se mantém pela comprovação da frequência do estudante na instituição educacional em que o CadÚnico o registra como matriculado. Caso haja informação diferente nos registros, o aluno pode se tornar desconhecido no sistema, o que pode acarretar o bloqueio. Segundo Jovina Sérvulo, coordenadora das condicionalidades do Bolsa Família em Teresina, as famílias precisam comparecer aos CRAS pelo menos a cada dois anos.

“É imprescindível que essas famílias busquem os CRAS da sua região o mais rápido possível. O Cadastro Único, que alimenta o Sistema “Presença” com a frequência escolar, precisa ter a informação de onde essa criança está estudando, para qual escola foi transferida, onde foi matriculada, para que ele encaminhe para o CadÚnico. Até o presente momento, o Cadastro não tem essa noção, que é imprescindível, sobre a vida escolar desses estudantes e principalmente, de onde eles estão. Onde estão os não localizados da educação, para que o benefício seja mantido”, reforça a coordenadora.


Sobre o CadÚnico

O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (Cadastro Único) é um instrumento que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda, permitindo que o governo conheça melhor a realidade socioeconômica dessa população. Nele são registradas informações como: características da residência, identificação de cada pessoa, escolaridade, situação de trabalho e renda, entre outras.

A partir de 2003, o Cadastro Único se tornou o principal instrumento do Estado brasileiro para a seleção e a inclusão de famílias de baixa renda em programas federais, sendo usado obrigatoriamente para a concessão dos benefícios do Programa Bolsa Família, da Tarifa Social de Energia Elétrica, do Programa Minha Casa Minha Vida, da Bolsa Verde, entre outros. Também pode ser utilizado para a seleção de beneficiários de programas ofertados pelos governos estaduais e municipais. Por isso, ele é funciona como uma porta de entrada para as famílias acessarem diversas políticas públicas.

Projeto de lei quer aumentar auxílio financeiro emergencial para desabrigados em Teresina

A Prefeitura de Teresina encaminhou um projeto de Lei para a Câmara Municipal que altera o artigo 8º da Lei Nº 4.916/2016, que dispõe sobre o valor de aluguel das residências que acolhem as famílias desabrigadas. Com a alteração, o auxílio financeiro passaria de R$250 para R$300. A Lei regulamenta os Benefícios Eventuais e promove o auxílio para atender a população em situação de calamidade pública.

A execução dessas regulamentações ocorre junto com os serviços socioassistenciais, realizados pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi). O secretário Samuel Silveira, ressalta que o projeto vem em um momento necessário, devido a cheia dos rios e também por conta da tragédia no Parque Rodoviário.

“A Prefeitura de Teresina, em decorrência do desastre que aconteceu no Parque Rodoviária, bem como do aumento do volume de águas no Rio Parnaíba e Poti, está buscando meio adequado para tornar ainda mais atrativo o abrigamento por meio do Programa Cidade Solidária. É importante resgatar a informação que, no início dessa gestão, o valor era 180 reais. Portanto, na medida que se valoriza quem abriga e fortalece a solidariedade, ao mesmo tempo se evita que as pessoas vítimas de um infortúnio dessa natureza fiquem no relento, sem nenhum acolhimento”, reforça o secretário da Semcaspi.

O decreto emergencial faz com que essa alteração seja pelo período de 90 dias — podendo ser prorrogado por igual prazo. Dessa forma, as famílias poderão receber 300 reais mensais, para alugar uma residência ou se solidarizar com outra família, de forma que ela possa ser acolhida de forma que se restabeleça sua dignidade.

Como ter acesso ao programa

Para ser incluso no Cidade Solidária, a Defesa Civil precisa identificar a situação, através de atendimento que pode ser solicitado pelo número 153. Notando o risco na área, o órgão repassa a demanda para a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) ou Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR) da região. Em seguida, a SDU/SDR se dirige ao local, avalia a situação e, sendo necessária a inclusão da família no Cidade Solidária, encaminham a demanda à Semcaspi, que fica responsável pela assistência através da ajuda financeira.

O Programa possui duas linhas de atuação: o ‘Família Solidária’ e o ‘Residência Solidária’. No primeiro, a pessoa acolhida indica outra família para lhe receber e a Prefeitura repassa uma ajuda de custo. No segundo, a família deve indicar um imóvel para alugar, e a Prefeitura arca com o pagamento no prazo de um ano.

Sistematicamente, a família também é acompanhada pela Semcaspi, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), sendo fornecido, caso necessário, cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza.

BPC: Cadastramento das famílias para o recebimento do benefício vai até a próxima sexta (29)

Mais de 2 mil famílias devem fazer a inclusão no Cadastro Único (CadÚnico) até a próxima sexta-feira (29), para não perderem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O benefício, que é de um salário-mínimo, é destinado aos idosos a partir dos 65 anos e pessoas com deficiência que possuem renda mensal familiar inferior a ¼ do salário.

Os idosos e pessoas com deficiência que já recebem o BPC também devem realizar inscrição no CadÚnico. O Ministério da Cidadania organizou um cronograma de inscrição para 2019 dividido em quatro lotes, sendo que os prazos foram estabelecidos de acordo com a data de aniversário dos prazos. O primeiro lote se encerraria no dia 31 de março, um domingo. Porém, o último dia útil é a sexta-feira (29). O segundo lote inicia dia 1º de abril e vai até o dia 30 de junho; o terceiro inicia dia primeiro de julho e segue até dia 30 de setembro. O quarto lote começa 1º de outubro a vai até 31 de dezembro deste ano. Em Teresina, até o final do ano, 8.659 famílias devem fazer a inscrição como beneficiários do BPC.

A Semcaspi identificou que 2.060 idosos e pessoas com deficiência beneficiários do BPC ainda não compareceram para realizarem sua inscrição no Cadastro Único. “Após essa orientação do Governo Federal, a Prefeitura de Teresina vem reiteradamente, convidando as pessoas para irem ao CRAS mais próximo de sua residência para regularizarem a sua situação. Essas pessoas têm até o último dia útil de março para regularizar o cadastro. Caso contrário, poderá acontecer cortes de benefícios, e o município não deseja o corte do BPC para a população que precisa”, reforça Mauriceia Carneiro, secretária-executiva de Assistência Social.

 Os familiares dos idosos ou pessoas com deficiência devem se dirigir aos 19 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) do município para realizar sua inscrição ou obter informações sobre a documentação necessária. A documentação exigida para realização do cadastramento são: Responsável Familiar: CPF (obrigatório) ou Título de Eleitor e Comprovante de endereço. Já os demais membros adultos a partir de 18 anos (pelo menos um destes documentos): CPF (obrigatório); RG; Título de Eleitor e Carteira de Trabalho. Já para os menores de 18 anos, os documentos são: CPF (obrigatório); Certidão de Nascimento; Declaração de matrícula da escola (obrigatório apenas a partir de 06 anos); Caso o idoso ou a pessoa com deficiência tenha Representante Legal (Procurador, Curador ou Tutor), este deve apresentar o documento original com cópia para que seja anexado junto ao formulário do Cadastro Único.

 

Sobre o CadÚnico

O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (Cadastro Único) é um instrumento que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda, permitindo que o governo conheça melhor a realidade socioeconômica dessa população. Nele são registradas informações como: características da residência, identificação de cada pessoa, escolaridade, situação de trabalho e renda, entre outras.

A partir de 2003, o Cadastro Único se tornou o principal instrumento do Estado brasileiro para a seleção e a inclusão de famílias de baixa renda em programas federais, sendo usado obrigatoriamente para a concessão dos benefícios do Programa Bolsa Família, da Tarifa Social de Energia Elétrica, do Programa Minha Casa Minha Vida, da Bolsa Verde, entre outros. Também pode ser utilizado para a seleção de beneficiários de programas ofertados pelos governos estaduais e municipais. Por isso, ele é funciona como uma porta de entrada para as famílias acessarem diversas políticas públicas.

 

Defesa Civil de Teresina notifica 170 famílias de áreas de risco no primeiro trimestre de 2019

A Defesa Civil Municipal de Teresina divulgou nesta quarta-feira (27) o relatório dos atendimentos realizados no período entre janeiro e março de 2019. A equipe intensificou os trabalhos de monitoramento e atendimento em decorrência das chuvas do início do ano. O documento registra 170 notificações do órgão para que essas famílias desocupem a sua residência.

Foram realizadas ainda 21 remoções de famílias das casas, por conta do risco grave de desabamento. A Defesa Civil Municipal reforça que a população deve manter relação próxima com a equipe, por meio de ligação gratuita para o número 153.

Dessa forma, o alcance dos trabalhos de monitoramento é maior e com mais eficiência. Faz também as seguintes recomendações. “É importante que se tenha prudência e se abrigue durante o horário das chuvas. Aqueles que já estão em deslocamento: procurem um lugar seguro para parar e aguardar não só a passagem da chuva mas também que a água seja drenada das ruas e avenidas, e se tenha uma visualização do local onde se anda, evitando acidentes”, explica Sebastião Domingos, coordenador da Defesa Civil de Teresina

“Para os que moram em áreas de risco principalmente de alagamentos: é importante monitorar o terreno e onde se deposita o lixo, que pode entupir galerias e afetar a região. Uma vez alagada a casa, ocorre a infiltração que pode acarretar no desabamento parcial ou total da residência. A Defesa Civil faz essas recomendações para que se tenha mais segurança e preservação da vida”, complementa Sebastião Domingos.

Todas as famílias removidas de suas residências por comprovação da precariedade do local são imediatamente cadastradas no programa Cidade Solidária e recebem auxílio emergencial da Prefeitura de Teresina. A ação acontece em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH) e tem como objetivo atender famílias em situações emergenciais de desabrigamento em consequência de chuvas, incêndios, alagamentos e outros tipos de infortúnio. O apoio se dá por meio do aluguel social.

Sobre o programa

Para ser incluso no Cidade Solidária, a Defesa Civil de Teresina precisa identificar a situação, através de atendimento que pode ser solicitado pelo número 153. Notando o risco na área, o órgão repassa a demanda para a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) ou Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR) da região. Em seguida, a SDU/SDR se dirige ao local, avalia a situação e, sendo necessária a inclusão da família no Cidade Solidária, encaminha a demanda à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), que fica responsável pela assistência através da ajuda financeira.

O Programa possui duas linhas de atuação: o ‘Família Solidária’ e o ‘Residência Solidária’. No primeiro, a pessoa acolhida indica outra família para lhe receber e a Prefeitura repassa uma ajuda de custo no valor de R$ 250. No segundo, a família deve indicar um imóvel, no valor de até R$ 250, para alugar e a Prefeitura arca com o pagamento no prazo de um ano. Sistematicamente, a família também é acompanhada pela Semcaspi, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), sendo fornecido, caso necessário, cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza.

Mais de duas mil famílias devem se cadastrar até o final de março para não perder o Benefício de Prestação Continuada

Mais de 2 mil famílias devem fazer a inclusão no Cadastro Único (CadÚnico) até final de março para não perderem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Os dados foram divulgados pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi). O benefício, que é de um salário-mínimo, é destinado aos idosos a partir dos 65 anos e pessoas com deficiência que possuem renda mensal familiar inferior a ¼ do salário.

Os idosos e pessoas com deficiência que já recebem o BPC também devem realizar inscrição no CadÚnico. O Ministério da Cidadania organizou um cronograma de inscrição para 2019 dividido em quatro lotes, sendo que os prazos foram estabelecidos de acordo com a data de aniversário dos prazos. O primeiro lote se encerra no dia 31 de março; o segundo lote inicia dia 1º de abril e vai até o dia 30 de junho; o terceiro inicia dia primeiro de julho e segue até dia 30 de setembro. O quarto lote começa 1º de outubro a vai até 31 de dezembro deste ano. Em Teresina, até o final do ano, 8.659 famílias devem fazer a inscrição como beneficiários do BPC.

A Semcaspi identificou que 2.060 idosos e pessoas com deficiência beneficiários do BPC ainda não compareceram para realizarem sua inscrição no Cadastro Único. “Após essa orientação do Governo Federal, a Prefeitura de Teresina vem reiteradamente, convidando as pessoas para irem ao CRAS mais próximo de sua residência para regularizarem a sua situação. Essas pessoas têm até o último dia útil de março para regularizar o cadastro. Caso contrário, poderá acontecer cortes de benefícios, e o município não deseja o corte do BPC para a população que precisa”, reforça Mauriceia Carneiro, secretária-executiva de Assistência Social.

Os familiares dos idosos ou pessoas com deficiência devem se dirigir aos 19 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) do município para realizar sua inscrição ou obter informações sobre a documentação necessária. A documentação exigida para realização do cadastramento são: Responsável Familiar: CPF (obrigatório) ou Título de Eleitor e Comprovante de endereço. Já os demais membros adultos a partir de 18 anos (pelo menos um destes documentos): CPF (obrigatório); RG; Título de Eleitor e Carteira de Trabalho. Já para os menores de 18 anos, os documentos são: CPF (obrigatório); Certidão de Nascimento; Declaração de matrícula da escola (obrigatório apenas a partir de 06 anos); Caso o idoso ou a pessoa com deficiência tenha Representante Legal (Procurador, Curador ou Tutor), este deve apresentar o documento original com cópia para que seja anexado junto ao formulário do Cadastro Único.

Sobre o CadÚnico

O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (Cadastro Único) é um instrumento que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda, permitindo que o governo conheça melhor a realidade socioeconômica dessa população. Nele são registradas informações como: características da residência, identificação de cada pessoa, escolaridade, situação de trabalho e renda, entre outras.

A partir de 2003, o Cadastro Único se tornou o principal instrumento do Estado brasileiro para a seleção e a inclusão de famílias de baixa renda em programas federais, sendo usado obrigatoriamente para a concessão dos benefícios do Programa Bolsa Família, da Tarifa Social de Energia Elétrica, do Programa Minha Casa Minha Vida, da Bolsa Verde, entre outros. Também pode ser utilizado para a seleção de beneficiários de programas ofertados pelos governos estaduais e municipais. Por isso, ele é funciona como uma porta de entrada para as famílias acessarem diversas políticas públicas.

Semcaspi lança programa Acessuas Trabalho

A Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal da Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas – SEMCASPI lançou, em solenidade na manhã de hoje (15), o programa Acessuas Trabalho. A solenidade de lançamento aconteceu no Centro Comunitário de Aprendizagem Carlo Novares, no bairro Anita Ferraz, zona norte de Teresina, e contou com a presença do prefeito Firmino Filho, do Secretário da Semcaspi, Samuel Silveira além da equipe técnica da Secretaria e da Fundação Padre Antônio de Civeiro (Funaci).

O programa consiste em um conjunto de ações de articulação de políticas públicas e de mobilização, encaminhamento e acompanhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social para acesso a oportunidades de trabalho e emprego. As ações do programa consistem em qualificação técnico-profissional, intermediação de mão-de-obra, apoio a microempreendedores, articulação com comerciantes e empresários locais para oportunidades, bem como o acesso aos direitos sociais e ao trabalho.

“Serão atendidos desde jovens à procura do primeiro emprego, bem como à pessoas com deficiência que necessitam de encaminhamento para o trabalho; adultos desempregados que buscam qualificação”, complementa o Secretário da Semcaspi, Samuel Silveira.

Segundo a técnica do Acessuas Trabalho, Kalliandra Gualter, a equipe da SEMCASPI atuará fazendo o monitoramento do percurso do usuário, identificando o seu perfil e o encaminhando para realização de cursos em instituições parceiras do programa como a Fundação Wall Ferraz, SEBRAE, SENAC, SENAI, entre outros. A técnica explica, ainda, que será realizado um ciclo de 08 oficinas com duração de 06 meses, que variam de 04 a 08 encontros, com carga horária entre 1h30 e 3h de duração. Os temas das oficinas serão definidos de acordo com o perfil do público atendido e o limite é de 25 participantes para cada capacitação.

“É um programa que merece ser prestigiado, especialmente no momento de crise que estamos vivendo, o Brasil participando como um todo e Teresina não é exceção, com uma grave crise de desemprego. A qualificação profissional, a requalificação, a busca de outras de oportunidades se constituem em alternativas necessárias para que os trabalhadores possam se qualificar em um momento como esse. O programa chega num momento importante, um grande mutirão para que esses 1.500 trabalhadores tenham uma oportunidade melhor de ganhar seu pão de cada dia,” ressalta o Prefeito Firmino Filho.

Acesso ao programa
Para ter o acesso ao programa, o usuário deverá ter idade entre 14 a 59 anos. O Acessuas Trabalho tem como público prioritário beneficiários do Programa Bolsa Família, pessoas inscritas no Cadastro Único, pessoas com deficiência, jovens egressos do serviço de fortalecimento de vínculos, adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas e pessoas em situação de rua.

Interessados devem procurar o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) mais próximo portando os seguintes documentos: número de identificação social (NIS), identidade (RG), cadastro de pessoa física (CPF), título de eleitor, carteira de trabalho, reservista (sexo masculino) e comprovante de residência.

Descontração e alegria marcam 1º Baile Integrativo de Idosos no Clube dos Diários

Com muito frevo, marchinhas de carnaval, fantasias e animação, o Conselho Municipal dos Direitos do Idoso (CMDI), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Públicas (Semcaspi), realizou, nesta sexta-feira (8) o 1º Baile Integrativo de Idosos no Clube dos Diários, no Centro de Teresina.

O evento contou com a participação, além de idosos, de jovens e adolescentes que são assistidos pelos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e das demais instituições de acolhimento de Teresina, além de outros idosos que não participam de serviços ofertados pela Prefeitura de Teresina. A animação ficou por conta da Banda Monsenhor Chaves.

Segundo a coordenadora do SCFV, Suelenia Barros, o baile oportunizou aos idosos de abrigos e Centros de Convivência da capital a reviver a época deles. “É muito lindo ver no rosto de cada um deles a alegria e a satisfação de estarem aqui juntos, festejando o carnaval. A folia dessa época do ano é para todos e nós estamos oportunizando a eles participarem das festas”, ressalta Suelenia Barros.

É o caso da idosa Creusa Alves, que completa 80 anos de idade no próximo domingo (10), que emocionada, lembrou da juventude. “A festa me fez lembrar da época em que era jovem e que brincava carnaval nas ruas do centro de Teresina, minha vida valeu e vale muito a pena. Um momento muito feliz pra mim”, declara Creusa Alves.

Os SCFV são referenciados aos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS). Para ter acesso ao serviço em Teresina, os encaminhamentos podem ser feitos pelo CRAS, CREAS, Conselho Municipal dos Direitos do Idoso (CMDI) e também pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS).