Estádio Lindolfo Monteiro acolheu 140 pessoas durante a pandemia

Como parte do plano de enfrentamento ao novo coronavírus, o estádio Lindolfo Monteiro tornou-se lar para 140 pessoas em situação de rua ao longo dos últimos três meses. O abrigo montado pela Prefeitura de Teresina no local garante atendimento de saúde e várias ações necessárias para proteger essa parcela da população contra os riscos da pandemia da Covid-19.

“O trabalho social com pessoas em situação de rua se fortaleceu nessa pandemia. As ações já ofertadas foram ampliadas, garantindo o acolhimento 24 horas no cumprimento de medidas de proteção a esse público. Vamos garantir essas ações enquanto for necessário. De forma articulada com a FMS, temos oferecido um conjunto de ações que garantem dignidade e proteção social”, afirma Janaína Carvalho, secretária Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas. 

Com a transferência do público idoso para uma nova instituição de longa permanência no mês de junho, o espaço abriga, hoje, um total de 25 pessoas. Elas permanecem recebendo atendimento à saúde, alimentação, higiene e assistência social, além da participação em atividades socioeducativas, como roda de conversa sobre diversos temas.

O coordenador do abrigo, Édson Araújo, destaca que o trabalho assistencial será continuado para evitar o possível retorno às ruas. “Nossa equipe já trabalha com a possibilidade de tentar o restabelecimento dos vínculos familiares e uma série de outras ações para esse público”, informa.

Guarda Municipal intensifica ação na retomada das atividades econômicas em Teresina

Com os avanços das etapas da reabertura econômica, a Guarda Civil Municipal (GCM) tem intensificado ainda mais as fiscalizações para uma retomada segura. Já são mais de 8.300 atendimentos realizados durante a pandemia e o trabalho ganhou reforço com mais 125 novos agentes e 18 viaturas

Além da reabertura do setor de varejo, que provoca o aumento da circulação de pessoas pela cidade, a Guarda também está atuando no Parque da Cidadania e no Ginásio “Parentão”, no Lourival Parente, que já estão funcionando. “Com a reabertura dos parques ambientais e atividades individuais ao ar livre, equipes permanentes estão atuando nestes locais”, ressalta o comandante da Guarda Municipal, Coronel John Feitosa.

Ele ressalta o trabalho dos guardas para garantir o cumprimentos dos protocolos, reforçando ainda mais ainda os cuidados para que não seja registrado aumento no número de casos de coronavírus.  “O trabalho da Guarda tem se mostrado importante para que a cidade possa avançar nas etapas de reabertura das atividades econômicas de forma segura, cumprindo todos os protocolos, como o distanciamento e uso correto de máscaras”.

Guarda Municipal atende 111 ocorrências no fim semana com restrições intensificadas

A Guarda Municipal de Teresina, responsável por um trabalho de fiscalização e orientação junto à população desde o início da pandemia ocasionada pelo novo Coronavírus, registrou neste final de semana na cidade 111 ocorrências entre aglomerações, descumprimentos de decretos e um furto.

“Foi um trabalho muito intenso. Conseguimos alcançar o melhor índice de isolamento entre as capitais no sábado e no domingo, uma demonstração que essa fiscalização surtiu efeito e que uma parte da população efetivamente já tem consciência da necessidade de fazer o isolamento social”, explicou o comandante da Guarda Municipal, coronel John Feitosa.

A capital atingiu o índice de isolamento de 49.18%. Entre as zonas, a Centro-Norte conquistou o topo, obtendo 49.76%.  Apesar dos resultados positivos em consequência dessas medidas mais severas, os números ainda mostram-se abaixo dos 70% recomendados pela Organização Mundial de Saúde.

“A população pode contribuir ficando em casa sempre que possível, respeitando as recomendações sanitárias e entrando em contato com a GCM para reportar descumprimentos”, lembrou o coronel. Os telefones 153, (86) 3215-9317 ou (86) 99438-0254 também estão disponíveis para recebimento de denúncias.

Hoje, inicia mais uma etapa de reabertura das atividades econômicas na capital, e estabelecimentos como centros comerciais e shoppings centers estão autorizado a funcionar. “Esperamos manter esse trabalho relacionado ao isolamento para que possamos ter condições de avançar em outras etapas, conforme assim for determinado pela Prefeitura de Teresina, pelo prefeito Firmino Filho e pelo comitê gestor desse período da pandemia”, destacou Feitosa.

Centro de Convivência Integrar realiza oficinas e exposição virtual de objetos reciclados

O contato realizado remotamente tem assegurado a continuidade das atividades socioeducativas e dos atendimentos nos Centros de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de Teresina. Assim, motivados pelo cenário que propôs a superação de desafios, o Centro de Convivência Integrar irá realizar virtualmente a sua IV Exposição de Artesanato e Reciclagem no dia 13 de agosto. O evento tem como objetivo a divulgação dos trabalhos realizados pelas crianças, adolescentes, jovens e idosos atendidos pelo Centro, e será a etapa final das oficinas de artesanato e reciclagem que ocorreram durante o período de isolamento social.

“Por conta das nossas atividades presenciais que precisaram ser cortadas, os facilitadores tiveram a ideia de fazer as oficinas de artesanato e reciclagem em casa. Que ao meu ponto de vista foi a melhor escolha, mesmo sendo difícil estar longe do convívio presencial. Com as oficinas temos alguma coisa para fazer em casa, eles não deixaram a gente, isso está sendo ótimo”, conta Weylla Denise, 17 anos, que faz parte do Integrar há um ano.

Em sua quarta edição, o cronograma de atividades das oficinas e preparação para a exposição teve início com a entrega de kits de materiais para confecção na residência dos atendidos. O serviço atende cerca de 250 pessoas, de crianças a idosos, e atualmente tem conseguido realizar atividades remotas com 160 atendidos por dia, em média.

Segundo a coordenadora técnica do Integrar, Cristiane Andrade, o objetivo das oficinas é ampliar a conscientização sobre temáticas que abordam a importância da preservação do meio ambiente e da reciclagem, a partir de atividades socioeducativas realizadas com o público atendido.

“É um trabalho gratificante. É uma atividade que a gente nota que eles gostam, até porque, ao confeccionarem esses objetos de artesanato baseado na reciclagem, além de estarem contribuindo para a preservação do meio ambiente, gera neles também a conscientização do cuidado com o planeta e noção de empreendedorismo. O que eles aprendem nas oficinas pode ser repassado para familiares, e também utilizar desse conhecimento para ter uma renda extra”, disse Cristiane.

Para a exposição, cada um dos atendidos fará vídeos e fotos durante o processo de confecção para que seja produzido um vídeo documentário. Dentre as produções estão objetos de artesanato, brinquedos educativos e também peças de roupas criativas, feitas a partir de materiais recicláveis doados, que serão expostas em um desfile virtual.

Criado 2008, o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) “Integrar” atua no atendimento intergeracional, com o objetivo de promover vínculos familiares e comunitários através de atividades de promoção social. A unidade faz parte da rede socioassistencial da Prefeitura de Teresina, através da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) em parceria com Ação Social Arquidiocesana (ASA), e está localizada na Rua Marcos Parente, nº 1515, Bairro de Fátima.

Semcaspi prorroga prazo de cadastro de famílias no Teresina Solidária

Associações de moradores e instituições religiosas têm até o dia 31 de julho para cadastrar famílias em situação de vulnerabilidade na plataforma online disponibilizada pelo Teresina Solidária. Cada instituição pode inscrever até 50 famílias que estejam sem renda por conta da pandemia do novo Coronavírus e que não tenham conseguido acesso ao auxílio emergencial do governo federal.

O prazo final, que previamente se encerraria na segunda-feira (20), foi estendido pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi). O programa vem distribuindo cestas básicas com o intuito de amenizar os impactos financeiros da quarentena.

Decidimos prorrogar o prazo porque algumas associações e lideranças religiosas nos procuraram pedindo um pouco mais de tempo para que pudessem fazer a inserção das famílias. A Secretaria vem fazendo um trabalho de auxílio a essas entidades nesse processo de cadastramento e também tirando dúvidas das lideranças”, explica a secretária da Semcaspi, Janaína Carvalho.

Cada associação ou instituição religiosa segue tendo direito a indicar até 50 famílias para o recebimento da cesta básica. Estão aptas as que não possuem renda fixa atualmente e que não tiveram acesso ao auxílio emergencial do governo federal. O cadastro deve ser feito através do endereço eletrônico associacao.semcasp.pmt.pi.gov.

Os dados inseridos terão veracidade analisada pelas equipes técnicas da Semcaspi, que também estão à disposição para solução de dúvidas. Basta entrar em contato com os números 3131-4731 e 3131-4729. Mais informações a respeito do Teresina Solidária e de outras ações assistenciais em virtude da pandemia da covid-19 podem ser conferidas no site e nas redes sociais da Secretaria.

Abrigos aplicam testes para controle da Covid-19 entre venezuelanos

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, os abrigos que receberam as famílias venezuelanas em Teresina vêm desenvolvendo diversas atividades informativas e de conscientização, acompanhamento em saúde e a aplicação de testes para detectar a doença. Atualmente, 163 venezuelanos ocupam os abrigos destinados pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas e 54 deles testaram positivo para a Covid-19. Um deles, paciente de 58 anos, veio a óbito e os demais 53 estão curados.

Em abril, a Semcaspi providenciou a transferência de 70 indígenas que estavam no abrigo CSU no bairro Buenos Aires para diminuir a aglomeração de pessoas e depois um outro espaço foi disponibilizado para receber famílias recém chegadas de outros estados, a fim de garantir um isolamento e testagem antes de adentrarem nos 3 acolhimentos disponíveis. “Desde o início da pandemia, as equipes dos abrigos de venezuelanos estão desenvolvendo uma série de ações de conscientização, com a distribuição de máscaras, produtos de higiene, exposição de cartazes na língua materna e palestras. A Semcaspi solicitou, junto à Fundação Municipal de Saúde (FMS), testes rápidos da Covid-19. Uma primeira remessa de testagens foi feita em maio e outra em junho. Neste último, dos 78 testes aplicados, 54 deram positivados para a doença, que prontamente foram submetidos ao tratamento de saúde”, afirma Janaína Carvalho, secretária da Semcaspi.

Em uma destas ações, os migrantes receberam cartilhas informativas em sua língua materna “Warao” sobre cuidados e prevenção da doença. A distribuição das cartilhas ocorreu em uma palestra organizada pelas professoras Carmen Lima, Janaína Santos e Lílian Catenacci da Universidade Federal do Piauí (UFPI), em junho. O material foi traduzido com a ajuda dos indígenas Yovini Eulalio e Ignacio Perez. “Ao final da palestra, os representantes de cada abrigo receberam, além da cartilha, galões de álcool em gel e máscaras. Eles ficaram responsáveis por repassar para as demais famílias as instruções aprendidas na palesta e também distribuírem os itens que receberam”, disse a antropóloga Lílian Castelo Branco, coordenadora do abrigo instalado no antigo prédio do Emater.

Outra atividade realizada no abrigo foi um bate-papo virtual com o indígena Elemir Martins da etnia Guarani Ñandeva, residente do município de Caarapó, em Mato Grosso do Sul. Para a coordenadora do abrigo, o diálogo proporcionou a troca de experiência entre os grupos no que se refere ao enfrentamento da doença de acordo com a crença e a cultura indígena, e também para a maior conscientização quanto aos cuidados recomendados pelas instituições de saúde, aos quais parte tem resistência.

“Através desse diálogo, o Elemir tratou de alguns pontos das estratégias que eles têm adotado para a conscientização entre a comunidade, pois para eles tem sido muito complicado a compreensão, principalmente pelos mais idosos, que não compreendem a gravidade da doença. Então, os mais jovens estão engajados nesse trabalho de conscientização produzindo e distribuindo informações sobre a Covid-19. Fica mais fácil essa troca entre eles mesmos. Na cultura indígena é muito forte a questão da coletividade, então ele mostrou que por conta da doença, infelizmente eles teriam que adotar estas estratégias para que eles possam atravessar esse momento sem tantas perdas”, disse.

Um dos indígenas, com 58 anos, foi internado no HGV no dia 11 de junho e veio a óbito em 14 de julho. “No início dos sintomas, ele resistiu bastante a ir junto com a equipe para os serviços de saúde e a fazer um tratamento, o que gerou o agravamento dos sintomas. A equipe da secretaria acompanhou a família em todo o processo funerário. Todos os demais estão bem e não apresentam mais nenhum sintoma”, informou a secretária da Semcaspi, Janaína Carvalho.

 

Centro de Convivência “Novos Meninos” oferece aulas remotas de judô

Com as atividades presenciais suspensas, o Cento de Convivência “Novos Meninos” (CCNM) está realizando diversas atividades à distância para dar continuidade aos serviços prestados na instituição, dentre elas o treino de judô tem ganhado destaque entre as crianças. A prática do esporte está sendo ofertada pelo facilitador social Sansei Wendell Barbosa. As aulas acontecem mensalmente, ao vivo, através do Instagram @ccnmoficial.

A assistente social do CCNM, Maria Valdenira, afirma que os serviços de atendimento e acompanhamento familiar são essenciais para a promoção social. Segundo ela, as atividades remotas têm garantido a manutenção dos vínculos e a permanência das crianças no serviço. “O objetivo da instituição é fortalecer vínculos. Desse modo, por conta do distanciamento social, buscamos por reinventar nossas ações a partir da modalidade remota a fim de manter os vínculos com nosso público de crianças, adolescentes e suas famílias. Assim, as aulas remotas de judô para as crianças assistidas pela instituição é mais uma ferramenta de superação para o enfrentamento das vulnerabilidades”, disse.

Yuan Albert Oliveira de 12 anos tem participado das aulas de judô, ele diz que só ganhou com a prática. “O centro é muito valioso em minha vida. Todas as atividades que realizo lá me trazem grande alegria e responsabilidade. O judô, por exemplo, me ajuda a ser concentrado, respeitar as pessoas, ter disciplina e me faz acreditar que sou um grande cidadão. Agradeço demais pelo centro, que mesmo agora na pandemia conseguem estar presente em minha vida e sou muito grato por eles”, disse.

O Centro de Convivência “Novos Meninos” tem por objetivo prestar atendimento integral a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, com o intuito de prevenir riscos e fortalecer a convivência familiar e comunitária através de atividades artísticas, culturais, educativas e esportivas. Atualmente, a instituição atende 120 meninos e meninas, e fica localizada na rua Arlindo Nogueira, 1801 – Centro (Sul), faz parte da rede socioassistencial de Teresina em uma parceria entre Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) e Ação Social Arquidiocesana (Asa).

 

 

 

Residência Inclusiva disponibiliza práticas de dança e meditação aos acolhidos

Abrigando 11 pessoas, com idades entre 18 e 59 anos, com deficiências dos tipos física, auditiva, visual ou intelectual, a Residência Inclusiva Boa Morada passou a oferecer oficinas de dança e meditação aos moradores da casa. O objetivo das atividades é minimizar os efeitos provocados pelo isolamento social e oferecer momentos de relaxamento aos acolhidos. A estratégia foi adotada para dar continuidade ao acompanhamento terapêutico e pedagógico dos assistidos, que precisam ser contínuos.

A terapeuta ocupacional Fernanda Xavier explica que o trabalho da terapia envolve o desenvolvimento da capacidade sensorial em relação ao ambiente e a sociabilidade dos acolhidos. “O objetivo é dar continuidade à terapia voltada para desenvolver os aspectos psicomotores, cognição e movimento deles. As atividades estão sendo feitas com todos os cuidados devidos, como distanciamento e uso de máscaras”, disse.

Com as atividades externas e visitas suspensas desde o início da pandemia, a coordenadora da instituição, Girlene Neco, afirma que foi um desafio lidar com os efeitos destas restrições, mas que a prática das atividades de dança, meditação e pintura têm ajudado bastante.

“O desafio que tivemos na Residência foi tentar passar toda essa situação que estamos vivendo de uma maneira mais leve. Antes, nossos assistidos recebiam visitas de familiares, podiam sair, e infelizmente isso não está podendo acontecer agora por conta da pandemia. Então, a nossa proposta é trabalhar de forma lúdica e reflexiva com o objetivo de estimulá-los, para que eles possam expressar os sentimentos e para que a gente consiga minimizar a ansiedade deles”, disse.

A coordenadora ressalta ainda a importância do trabalho dos cuidadores, que tem sido fundamental nesse momento em que os cuidados com os residentes foram intensificados. A equipe de funcionários está trabalhando em regime de escala e foram adotadas todas as recomendações das autoridades em saúde para a prevenção de contágio pelo novo coronavírus no local.

A Residência Inclusiva Boa Morada faz parte do Serviço de Acolhimento Institucional para Jovens e Adultos com Deficiência. O serviço de acolhimento provisório busca manter os vínculos e a possibilidade de reinserção dos usuários ao seio familiar e, nesse momento, tem estabelecido contato com familiares por meio telefônico ou virtual.

Teresina Solidária encerra cadastros de famílias no próximo dia 20

O Teresina Solidária vai encerrar, no próximo dia 20, o cadastro de famílias na plataforma online disponibilizada para as associações de moradores e instituições religiosas inserirem, cada uma, até 50 famílias para receberem as cestas básicas. Até o momento, o Teresina Solidária já distribuiu 16.686 cestas.

Nesta etapa do programa, a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) está atendendo às famílias em situação de vulnerabilidade e que não tiveram acesso ao auxílio emergencial do Governo Federal. Até agora, 1.418 famílias foram cadastradas. A equipe da Semcaspi recebe os cadastros e faz a análise das condicionalidades e verifica quais estão aptas a receberem o benefício.

As associações e entidades religiosas podem acessar a plataforma da Prefeitura de Teresina através do site associacao.semcasp.pmt.pi.gov.br e fazer o cadastramento. As instituições com dificuldades estão sendo atendidas pela Semcaspi. Os técnicos tiram as dúvidas e auxiliam no preenchimento dos dados.

“Na etapa anterior, nós entregamos as cestas básicas por categoria profissional. Agora, as associações e entidades religiosas estão sendo convidadas a participarem do processo, buscando aumentar o alcance do benefício à população. O sistema continua ativo e recebendo as inscrições até o dia 20 para que sejam analisadas por nossos técnicos. É importante destacar que as famílias aptas a receberem as cestas básicas não podem ter renda fixa e nem ter tido acesso ao auxílio emergencial do Governo Federal”, explica Janaína Carvalho, secretária da Semcaspi.

Cada associação ou entidade religiosa pode cadastrar até 50 famílias em situação de vulnerabilidade, que se enquadrem nos critérios. A medida foi estabelecida via decreto para ampliar o atendimento às pessoas que tiveram suas rendas impactadas devido à pandemia do novo Coronavírus.

Os técnicos da Semcaspi permanecem à disposição das associações de moradores e entidades religiosas para tirar dúvidas ou prestar mais informações sobre o Teresina Solidária através dos números 3131-4731 e 3131-4729.

Guarda Maria da Penha registra 11 descumprimentos de medidas protetivas

A Guarda Maria da Penha,  executado por uma patrulha da Guarda Civil Municipal, já flagrou 11 descumprimentos de medidas protetivas desde o início de sua operação, em junho. O projeto atende mulheres vítimas de violência que são assistidas pelo Centro de Referência Esperança Garcia.

O trabalho de capacitação, iniciado em janeiro deste ano, buscou não só delegar procedimentos à equipe da Guarda, mas oferecer uma compreensão aprofundada do fenômeno da violência contra a mulher. 

“O serviço segue os princípios dos direitos humano e possui alguns eixos estratégicos como o monitoramento das medidas protetivas, a capacitação continuada da Guarda Municipal e a produção de material informativo”, explica a secretária de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas, Janaína Carvalho. 

A estratégia consiste em visitas de 8 a 10 mulheres por dia, dependendo da gravidade dos casos. O monitoramento acontece nos três turnos, durante todos os dias e é realizado por um trio de guardas, sendo uma, obrigatoriamente, mulher. Os descumprimentos das medidas protetivas são mediados e repassados ao CREG, que notifica o órgão competente para que sejam tomadas as devidas providências. 

“Esse é um trabalho relevante para a cidade de Teresina, especialmente para as mulheres que são atendidas na Esperança Garcia. É um trabalho feito pelos guardas municipais, demonstrando todo o apego que eles têm pela proteção à mulher”, destaca o comandante da GCM, coronel John Feitosa. 

Além das patrulhas diárias, as mulheres atendidas também podem contar com o 153, canal de contato gratuito com a Guarda Municipal, disponível para toda a população da capital.