Guarda Maria da Penha faz 20 atendimentos em três dias

A situação de isolamento social torna casos de violência doméstica contra mulheres ainda mais latentes. Com o início das atividades da Guarda Maria da Penha, desde segunda-feira (01), estão sendo realizados monitoramentos do cumprimento de medidas protetivas destinadas às mulheres que são atendidas pelo Centro de Referência Esperança Garcia (CREG). Em três dias de atuação da Guarda, 20 mulheres foram já visitadas.

A equipe da Guarda Civil Municipal segue alinhada ao planejamento da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres (SMPM) nesse projeto. A guarda Lucijane Ibiapina afirma que a guarnição realiza visitas diariamente ao grupo de mulheres atendidas pelo CREG e também estará disponível para atender ocorrências de urgência, caso seja solicitado por elas.

“Desde a última segunda-feira a Guarda Municipal disponibilizou uma equipe exclusiva para fazer o monitoramento das medidas protetivas de 57 mulheres que são acompanhadas pelo Centro de Referência Esperança Garcia e esse acompanhamento está sendo feito com visitas diárias em suas residências, no horário de 8h às 20h. A receptividade das mulheres tem sido muito boa. Felizmente, não tivemos ocorrências de violência nesse período, mas, caso ocorra, estas mulheres podem nos solicitar que iremos imediatamente”, afirma.

O serviço faz parte do trabalho proteção especial às mulheres que estão sob medida protetiva pela justiça. A articulação da rede de atendimento municipal busca promover segurança para as mulheres que sofrem violência doméstica. As visitas da equipe ocorrem diariamente, mas em caso de urgência as vítimas também podem acionar o plantão da Guarda Maria da Penha através do número 153.

 

Assistente social Janaína Carvalho assume a Semcaspi

Com a saída de Samuel Silveira do cargo de secretário municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas, quem assume é assistente social Janaína Carvalho. Ela exercia a função de chefe de gabinete da secretaria e agora encara o desafio de continuar coordenando as principais ações da pasta.

Janaína tem formação de assistente social pela Universidade Federal do Piauí e é servidora efetiva da Semcaspi desde 2010. Também possui mestrado em Políticas Públicas pela mesma instituição de ensino e já exerceu cargos de gerente de proteção social básica e assessora técnica. Além disso, já presidiu o Conselho Municipal de Assistência Social entre 2013 e 2015.

“Estar à frente da Assistência Social como gestora é um grande desafio que assumo com todo compromisso entendendo a relevância dessa política pública para a população de Teresina. Significa, também, dar continuidade ao trabalho que foi desenvolvido pelo gestor anterior, Samuel Silveira. Dentro dessa conjuntura, assumimos com muito zelo a pasta da Assistência Social e nos colocamos à disposição do projeto de uma Teresina cada vez melhor”, diz Janaína.

Durante a pandemia do novo coronavírus, a Semcaspi tem sido a secretaria que está coordenando todas as ações de atendimento da população no que diz respeito à assistência social, cidadania e também responsável pela fiscalização do cumprimento dos decretos estabelecidos pela Prefeitura para a manutenção do isolamento social, principal arma de enfrentamento à disseminação do vírus.

Nova etapa do Teresina Solidária distribuirá mais de 36 mil cestas básicas

A Prefeitura de Teresina lançou uma nova etapa do Programa Teresina Solidária, que destina cestas básicas à população que está passando por dificuldades financeiras em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Desta vez, o programa organiza a distribuição de 36.600 cestas básicas a associações de moradores e também para algumas categorias de autônomos que não foram contempladas, como motoristas de aplicativos e artesãos. Na primeira etapa, foram distribuídas 11.409 cestas básicas.

“Vamos alcançar a mais de 48 mil cestas distribuídas através do Teresina Solidária, uma ação importante para atender a parte mais vulnerável da população, buscando garantir a sobrevivência daquelas famílias que têm sofrido os efeitos mais danosos dessa pandemia”, diz o prefeito Firmino Filho.

A distribuição das cestas será feita através das 732 associações de moradores cadastradas no banco de dados do Orçamento Popular de Teresina. Cada associação, através de seu representante, poderá efetivar o cadastro de 50 famílias em situação de vulnerabilidade que ainda não foram contempladas por este benefício e que se enquadram nos critérios para o recebimento da cesta básica. Conforme a legislação do Sistema Único da Assistência Social – SUAS, podem ser beneficiadas famílias que declarem estar sem nenhuma renda contínua e fixa no momento; famílias que nenhum de seus membros tenha sido beneficiado pelo auxílio emergencial do Governo Federal.

“No atual contexto muitas famílias encontram-se em situação de vulnerabilidade financeira e o Teresina Solidária, uma ação especifica neste tempo de pandemia, viabiliza o atendimento dessas famílias. Nessa etapa do programa, queremos alcançar as famílias que ainda se encontram sem renda e não conseguiram acessar o auxílio emergencial do governo federal. Precisamos identificar essas famílias e as associações serão estratégicas para isso. Esclarecemos também que algumas categorias de autônomos que ainda não foram contempladas serão atendidas com o benefício eventual de cesta básica considerando o agravamento da vulnerabilidade de renda a esses grupos”, afirma Janaína Carvalho, chefe de gabinete da Semcaspi.

A solicitação da cesta básica pode ser feita a partir desta quinta-feira (04) através do cadastro disponível no site da Prefeitura [http://sts.pmt.pi.gov.br/app/login.php]. O acesso ao cadastro pede usuário e senha. O usuário é o CPNJ da instituição e a senha é o conjunto dos quatro primeiros números do CNPJ. Para mais informações, as entidades podem entrar em contato com a Semcaspi através do número (86) 3131-4729.

Na primeira etapa, a ação se concentrou no atendimento de profissionais autônomos que tiveram suas rendas impactadas pela pandemia. Entre as categorias atendidas estiveram taxistas, mototaxistas, carroceiros, artesãos, corretores de carros, trabalhadores do setor de gastronomia e lavadeiras.

Guarda Municipal faz mais de 5 mil atendimentos em operações por descumprimentos de decretos

Desde o último dia 21 de março, quando passou a vigorar o decreto com restrições às atividades econômicas devido a pandemia do novo Coronavírus, a Guarda Civil Municipal contabilizou um total de 5.115 estabelecimentos que passaram por fiscalização. Além das ações com foco no descumprimento das medidas de prevenção à proliferação do vírus, o trabalho da Guarda Municipal também esteve voltado para a conscientização da necessidade do distanciamento social em locais públicos, como em filas de agências bancárias.

As ações da corporação estão alinhadas com as orientações das autoridades de saúde para minimizar os riscos de contágio entre a população em Teresina. Dentre os estabelecimentos que foram flagrados em desacordo com o decreto, durante 72 dias, 40 foram multados; houve ainda 14 conduções, 9 notificações e 5 interdições. “Temos sido persistentes para fazer com que eles cumpram com o isolamento e o fechamento de algumas atividades que não estão permitidas funcionar durante a vigência do decreto relacionado à pandemia da Covid-19”, afirma o comandante da Guarda, coronel John Feitosa.

“No mês de junho vamos continuar as atividades com o mesmo empenho e articulação de ir aos locais e visitar as empresas que, por ventura, possam estar funcionando em desacordo com o decreto; acompanhando também as fiscalizações das Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs), que são responsáveis por adotar as medidas legais previstas na legislação”, conclui.

A população pode entrar em contato com a Guarda Civil Municipal por meio dos telefones 153, (86) 3215-9317 ou (86) 99438-0254. Os canais estão à disposição da população para denúncias de estabelecimentos que persistem em funcionar irregularmente durante o período de restrição ou para tirar dúvidas quanto ao decreto.

 

Defesa Civil faz alerta para início do período de queimadas em Teresina

Com o período chuvoso praticamente encerrando no Piauí, as atenções das autoridades da gerência de Defesa Civil da Secretaria Municipal Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) se voltam para a prevenção das queimadas no município de Teresina. Por conta disso, os técnicos deram início aos primeiros trabalhos de orientação à população sobre os riscos provocados pelos incêndios e o monitoramento dos lugares que foram foco nos anos anteriores.

O gerente da Defesa Civil Municipal, tenente Antônio Linhares, explicou que o trabalho preventivo está sendo feito no sentido de conscientizar a população que os incêndios podem trazer problemas respiratórios ocasionando uma superlotação nos hospitais.

“É nesse período em que se tornam comuns os incêndios florestais e em terrenos baldios. É importante que as pessoas evitem a queima do lixo e da vegetação para a limpeza de terrenos, caso contrário, a fumaça pode ocasionar doenças respiratórias provocando até uma confusão com os sintomas da covid-19”, disse o tenente Linhares.

Por conta da pandemia do coronavírus, a equipe deu inicio, junto com outros órgãos, ao planejamento preventivo da Operação Queimadas, que visa fazer o monitoramento dos lugares mais vulneráveis e que tiveram índice de ocorrência maior nos últimos anos.

“Estamos fazendo esse trabalho de alerta à população porque a queima de resíduos é proibida por lei e pode gerar multas. É importante que a população faça sua parte e denuncie nos órgãos de segurança quem insistir em provocar incêndios. Nesse mês de junho, vamos traçar nossas estratégias para fazer o monitoramento da área rural do município, levando em consideração as orientações dos profissionais da saúde”, completou.

Apesar da quarentena, a Defesa Civil Municipal continua atuando em regime de plantão e pode ser solicitada através de ligação gratuita para o número 153 ou através de ofício encaminhado à sede da Semcaspi, que fica localizada na Rua Álvaro Mendes, nº 86, no Centro.

Acolhidos passam a praticar pilates no Lindolfo Monteiro

A prática de atividade física tem sido uma aliada para as pessoas em situação de rua abrigadas no estádio Lindolfo Monteiro há quase 50 dias. Os acolhidos estão recebendo aulas de pilates, com o objetivo de proporcionar bem-estar e incentivar a permanência deles no espaço, evitando que retornem ao ambiente das ruas, onde estariam mais vulneráveis aos coronavírus.

Leandro de Sousa é uma das pessoas que está vivendo no abrigo. Ele diz que a prática de atividade física o tem ajudado a ser perseverante. “Eu vim para cá buscando uma mudança e aqui encontrei pessoas queridas que ajudaram a gente a ir para outro patamar. Com a atividade física, o dia a dia da gente está sendo bom, estamos crescendo mais, com outros pensamentos, outros planos de um dia sair daqui diferentes e deixar esse estresse das ruas. Cada dia aqui é uma vitória para gente, porque a gente está lutando, perseverando”, disse.

A educadora física Doralice Miranda faz parte da equipe multiprofissional que atua no Lindolfo Monteiro. Ela explica que usa o pilates como estratégia para tornar a prática de exercício mais acessível ao público. “Um caso isolado me surpreendeu, um dos acolhidos tem um problema em uma das pernas e perguntou se tinha alguma atividade que ele poderia fazer. Eu o coloquei na turma e mudei a minha estratégia de aula planejada para aquele dia. A partir daí comecei a dar aula de pilates, que é uma atividade que não requer tanto esforço físico e pode ser realizada por qualquer pessoa, até mesmo os mais impossibilitados”, afirma.

De acordo com Doralice, exercícios físicos também servem como uma terapia alternativa para trabalhar os sintomas de abstinência dos assistidos. “A atividade física proporciona melhoria na autoestima e na sensação de bem‐estar, proporciona prazer e relaxamento e, assim, interfere de maneira positiva no tratamento da dependência química. Ajuda ainda na redução das alterações neuroquímicas, do desejo e da compulsão, dos distúrbios do humor, dos níveis de estresse e reduz as dificuldades de relacionamento social e afetivo decorrentes do uso de drogas”, diz a professora.

Em condição de rua há cerca de seis meses, Carlos Vinícius fala das mudanças que já observou em si mesmo durante a estadia no Lindolfo. “Graças às atividades da professora a gente deixou o sedentarismo, a gente passou a se movimentar melhor, a ganhar um novo ritmo de vida, até nossa aparência mudou. Com as atividades que trouxe, ela nos propôs uma nova visão de vida, somos novas pessoas. Eu agradeço a oportunidade de estar aqui no Lindolfo Monteiro, eu saí das ruas e hoje estou me transformando em uma nova pessoa devidos às atividades e tudo o que é ensinado aqui”, declarou.

Além da assistência de abrigo, alimentação e saúde, também são realizadas atividades de lazer para que o tempo ocioso da estadia seja preenchido. O cronograma de atividades do abrigo é variado para atender a diversas preferências. Durante toda a semana, são ofertadas oficinas de pintura, artesanato, palestras educativas, leitura, jogos e atividades físicas. O assistente social responsável pelo abrigo, Edson Araújo, ressalta que as atividades propostas têm como principal foco combater a evasão às ruas.

“O que temos buscado com todas essas atividades é preencher ao máximo o espaço livre que eles têm lá dentro e sempre trazer algo benéfico para a saúde deles, como os exercícios, palestras sobre alimentação saudável e riscos do uso de drogas, até para combater a abstinência que eles vivenciam. Se eles não ocuparem a mente, tende a correr o risco de desistir da permanência no Lindolfo. Esse é nosso desafio, fazer com que eles permaneçam”, conclui.

A estrutura montada no Estádio Lindolfo Monteiro pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) conta com alojamentos, refeitório, banheiros, atendimento em saúde, assistência social e estande administrativo. Atualmente, existem 39 pessoas acolhidas no abrigo, mas o espaço possui capacidade para atender até 75 pessoas.

A Prefeitura de Teresina já atende a população em situação de rua através de vários projetos de assistência social e saúde, por meio do Albergue Casa do Caminho, Centro Pop e o Consultório na Rua. Com a disseminação da Covid-19, a intenção é que essa população permaneça em um espaço adequado com estrutura e segurança necessária e possa estar resguardada dos ricos de contágio.

 

Refugiados venezuelanos passam por testes de Covid-19 em Teresina

Acontecem hoje (25), nos três abrigos de venezuelanos de Teresina, testagens para diagnóstico da Covid-19. Os testes foram arrecadados pela Secretaria Estadual em Assistência Social (Sasc) em parceria com a Secretária Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) e serão aplicados por equipes da Fundação Municipal de Saúde.

“A realização da testagem dos imigrantes venezuelanos faz parte das ações de assistência aos imigrantes, de acordo com o Protocolo de Acolhimento, e dá prosseguimento às diversas frentes que já vêm sendo realizadas nos três abrigos aos quais estão sendo acolhidos”, explicou a secretária executiva do Sistema Único de Assistência Social (Suas), Mauricéia Carneiro.

A ação faz parte de um trabalho em curso de prevenção e combate ao Coronavírus junto aos refugiados. No final de abril, 60 venezuelanos acolhidos pelo Centro Social Urbano do Buenos Aires foram transferidos para o antigo prédio do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí (EMATER), com o objetivo de evitar aglomerações. Essa divisão foi feita considerando os laços familiares.

A Gerente de Proteção Social Especial da Semcaspi, Mayra Veloso, ressalta que os todos os cuidados necessários estão sendo adotados para que não haja a contaminação nos espaços. “Orientações diárias são dadas pelas nossas equipes, bem como a disponibilização de equipamentos de proteção individual, para que a saúde seja preservada. É intuito nosso a garantia dos direitos dessas famílias e o atendimento socioassistencial é prestado com esse propósito”.

Tecnologia é aliada no atendimento às crianças com deficiência durante pandemia

A rede socioassistencial de Teresina reformulou os atendimentos de vários serviços e tem utilizado a tecnologia como aliada nas atividades. É por meio do telefone celular que os profissionais das unidades de Centro-Dia de Referência para pessoas com deficiência têm dado continuidade aos seus trabalhos e sendo suporte às famílias durante a crise.

Tâmara Narrara, coordenadora da unidade “Saber Cuidar”, explicou que os atendimentos sofreram modificações ainda no início da pandemia. Segundo ela, a equipe técnica fez visitas domiciliares para conhecer a realidade de cada família e distribuiu cestas básicas. A coordenadora afirma que o acompanhamento às crianças e famílias é essencial e, por isso, o corpo multiprofissional tem dado toda assistência às famílias de forma remota.

“A gente tem mantido os atendimentos e reforçando a importância do cuidado devido às crianças serem do grupo de risco, por terem baixa imunidade. Acompanhamos as mães por telefone e, através de um grupo no WhatsApp, damos orientações para o dia a dia delas com as crianças. Nós também trabalhamos articulados com outras instituições da rede para auxiliar essas famílias nas mais diversas demandas, seja de medicamentos ou auxílios”, disse.

Elda Lira é mãe do Bernardo de 3 anos. Ele possui Síndrome de Charge e é acompanhado pelo Centro Dia, a mãe diz que a instituição tem sido um importante apoio a ela nesses dias. “É uma instituição que é voltada para o bem-estar dos nossos filhos, mas também para nós, mães, a gente precisa desse apoio. Nesses dias difíceis de isolamento social, o Centro Dia de Microcefalia tem sido um suporte pra mim. Nesse grupo do WhatsApp a gente recebe dicas de terapia, de como cuidar de nossos filhos e de como manter distante esse vírus. Nele também recebo mensagens de ânimo, nós que temos filhos especiais também precisamos muito de um apoio psicológico e no Centro-Dia eu encontro isso”, declara a mãe.

Na instituição especializada para o atendimento infantil são acompanhadas 70 crianças de zero a 12 anos, acometidas por diversas síndromes como Microcefalia, Hidrocefalia, Paralisia Cerebral, Síndrome de West, Edward e Autismo. A Terapeuta Ocupacional, Clarissa Ellen Oliveira, explica como tem sido feito o trabalho de acompanhamento na prática.

“Temos trabalhado com vídeos produzidos por nós e outros baixados da internet que explicam e orientam como as mães podem estar estimulando as crianças em casa. Damos sugestões de atividades e reforçamos os objetivos terapêuticos. Esse acompanhamento tem sido feito tanto no grupo das mães como individualmente, enfatizando que as crianças precisam ser estimuladas continuamente e que, em meio a pandemia, elas podem está desenvolvendo esse papel de estimuladoras”, disse.

A terapeuta sublinha a necessidade de continuidade das terapias em casa e lembra que esse momento também pode ser aproveitado para reforçar ainda mais os laços afetivos entre as mães e seus filhos. “O nosso público são crianças com atraso em seu desenvolvimento global e as terapias têm como objetivo, não somente a melhora, mas fazer com que elas não regridam tanto em seus quadros; é proporcionar qualidade de vidas a essas crianças” finaliza Clarissa.

O Centro-Dia é um serviço socioassistencial voltado pessoas com deficiência (crianças, jovens e adultos) e suas famílias. Ao todo, cerca de 140 são assistidas em duas unidades. O serviço tem como objetivo proporcionar o fortalecimento dos vínculos familiares e a convivência comunitária. A instituição é vinculada ao Centro de Referência Especial em Assistência Social (CREAS), administrada pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), em parceria com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE).

 

Teresina Transforma: seis projetos sociais serão beneficiados com 300 kits higiene e alimentação

Neste sábado (23), seis novos projetos sociais devem receber 300 kits alimentação e 300 kits higiene arrecadados pelo fundo nacional do Transforma Brasil. A articulação local da plataforma de voluntariado, o Teresina Transforma, é responsável pelo repasse desses materiais. A ação é a terceira do tipo em cerca de um mês, totalizando um número de 800 doações.

“Temos tido a procura dos projetos sociais, querendo saber como fazer para receber esses kits. Os interessados devem realizar o cadastro na plataforma e conversar conosco, iremos dar as orientações”, explica Débora Ferraz, coordenadora do Teresina Transforma e gerente de Políticas Integradas da Semcaspi.

Foram contemplados os projetos Servos de Misericórdia, Fraternidade Servos de Maria, Eu Empurro Essa Causa, Rede Feminina de Combate a Câncer, Quem é Meu Próximo e Centro de Convivência do Vale do Gavião. Estes devem repassar os kits às famílias cuja vulnerabilidade social foi intensificada em virtude da suspensão de atividades causada pela quarentena.

As famílias poderão receber o material de duas formas: ou diretamente, na sede da entidade contemplada, ou através do recebimento de um código que permite a retirada dos kits no mercado mais próximo. A escolha da modalidade fica a cargo dos projetos sociais.

“Esse projeto de distribuição dos kits não para. Estaremos sempre recebendo os materiais e encaminhando aos projetos sociais cadastrados na plataforma. Não temos previsão de parar e a ideia é de continuidade”, ressalta Débora.

Para saber como ser um voluntário ou cadastrar seu projeto social basta acessar https://teresinatransforma.pmt.pi.gov.br. Os registros das ações também podem ser conferidos nas redes sociais: @teresina.transforma.

Mais de 8,6 mil pessoas já se cadastraram para transitar pelas barreiras sanitárias

A Prefeitura de Teresina já registrou cadastro de mais de 8.650 pessoas que solicitaram autorização para transitarem pelas barreiras sanitárias montadas entre as cidades de Teresina e Timon durante a quarentena. O cadastro, que pode ser feito pela internet, é uma forma que a PMT encontrou para agilizar o fluxo de veículos.

As barreiras sanitárias, localizadas nas três pontes que unem as cidades de Teresina e Timon, são compostas por profissionais de saúde, trânsito e segurança. Elas têm o intuito de monitorar o tráfego e orientar as pessoas que estejam apresentando algum sintoma do novo coronavírus.

Segundo o coronel John Feitosa, comandante da Guarda Civil Municipal, neste final de semana prolongado por conta do feriado de Nossa Senhora da Conceição, que foi antecipado pela Prefeitura, o decreto do Governo do Estado que estabelece mais rigor nas entradas e saídas da cidade estará valendo. Por conta disso, a Prefeitura de Timon já informou que a Ponte Metálica será fechada, só reabrindo na madrugada da próxima segunda-feira (25). “Nesse período, a partir de 24h desta quinta, a Ponte estará fechada nos dois sentidos. As pessoas só terão acesso pelas pontes José Sarney e ponte Nova”, explica.

As barreiras sanitárias entre Teresina e Timon funcionam 24h. Com as adequações estabelecidas nesta semana, o trânsito tem tido mais fluidez. Todas as pessoas que pretendam ingressar no município de Teresina deverão apresentar documentos de identificação pessoal, documento de habilitação do condutor e comprovante de endereço residencial, assim como documentos referentes ao veículo, como Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo.

Além disso, é necessária a comprovação da necessidade de trafegar entre os dois municípios, seja por motivos de saúde, trabalho, ou qualquer outro. Está permitido o tráfego para servidores e empregados públicos, trabalhadores de empresas privadas, funcionários que atuem em serviços essenciais que morem no Maranhão e trabalhem em Teresina. Alguns casos de atendimentos de saúde também serão permitidos, além de outros casos especificados no decreto.

As pessoas que se enquadrem nos critérios do decreto e que necessitem de acesso frequente ao município de Teresina, poderão se cadastrar em site público (http://barreiracovid19.fms.pmt.pi.gov.br) para obter documento digital comprobatório a ser apresentado sempre que passar no controle das barreiras.