Nesta segunda-feira, dia 1º de outubro, celebra-se o Dia do Idoso. A data reforça a importância da luta pela garantia de direitos da população na terceira idade, que é uma fase que exige cuidados e atenção. Em Teresina, pessoas com 60 anos ou mais encontram ações de integração e lazer nos Serviços de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos (SCFV), ofertados pela Prefeitura de Teresina.

No total, com a rede direta, ofertada pelo município, e as entidades parceiras são atendidas, mensalmente, 1.150 pessoas idosas. A comunidade atendida encontra no serviço atividades e grupos de interação, capoterapia, aulas de dança, teatro, pintura, artesanato, entre outras ações que ajudam, inclusive, na retomada da alegria de viver, como no caso da Dona Adalgisa Sousa.

“Eu entrei no serviço em 2010, mas, meu marido faleceu, aí, saí. Eu entrei em depressão e resolvi retornar para o serviço. E me levantei aqui dentro. Revivi. Tem muitas pessoas que, assim como eu, chegam aqui caídas. E depois que entram, revivem. Eu adoro viver aqui dentro, são uma família, todos unidos”, comenta, orgulhosamente.

As ações têm como objetivo fortalecer relações com a família e a comunidade, propiciando a integração e troca de experiências. As atividades do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) são ofertadas em sete centros na capital, vinculados ao município, e por cinco entidades da rede parceira.

“A ação é mais um serviço da área da política assistencial, que vem com uma função que denominamos de função preventiva. O trabalho vem ganhando uma grande adesão da população, por fortalecer vínculo não só com a família, mas com a comunidade. Tratando-se da comunidade idosa, a convivência com outros idosos gera uma vida mais saudável, para que possam desenvolver suas potencialidades e, obviamente, cada vez mais, buscarem formas de ser feliz”, destaca Mauriceia Carneiro, secretária executiva do Sistema Único da Assistência Social (SUAS).

Os SCFV são referenciados aos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e recebem idosos que sofreram ou não algum tipo de violação de direitos. Os encaminhamentos podem ser feitos tanto pelos Cras, como pelos Creas, Conselho Municipal dos Direitos do Idoso (CMDI) e, também, pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

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